Dados e Estatísticas de Cursos Superiores
 
NOTA TÉCNICA
O Portal InfoCursos (http://infocursos.pt) apresenta dados e estatísticas sobre os cursos de Técnico Superior Profissional (TeSP), de Licenciatura 1.º ciclo, de Mestrado Integrado e de Mestrado 2.º ciclo ministrados em estabelecimentos de ensino superior portugueses.

São contemplados apenas os cursos ativos e com registo válido a 31-12-2018.

No separador "Estatísticas do curso" é apresentada informação para todos os cursos que tiveram alunos inscritos no 1.º ano, pela 1.ª vez, no ano letivo 2017/18, conforme os dados reportados à Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência, pelos estabelecimentos de ensino superior, através do inquérito RAIDES. Não são apresentadas estatísticas para os cursos de ensino militar ou policial.

No separador "Dados do curso" é apresentada a informação constante no Guia das Provas de Ingresso de 2019, da Direção-Geral do Ensino Superior, para os cursos de Licenciatura 1.º ciclo e de Mestrado Integrado.

INDICADORES ESTATÍSTICOS SOBRE OS CURSOS

1) Formas de ingresso no curso

Este indicador é apresentado apenas para os cursos de Licenciatura 1.º ciclo e de Mestrado Integrado. Mostram-se as diversas formas como ingressaram no curso os alunos inscritos no 1.º ano, pela 1.ª vez, nos anos letivos 2016/17 e 2017/18.

No caso dos cursos que participam no Concurso Nacional de Acesso, as possibilidades de ingresso apresentadas são:
  • 1.ª opção do Concurso Nacional de Acesso;
  • 2.ª opção do Concurso Nacional de Acesso;
  • Outras opções (3.ª, 4.ª, 5.ª e 6.ª) do Concurso Nacional de Acesso, ou outras modalidades incluídas no regime geral de acesso;
  • Mudança de instituição/curso (Portaria n.º 401/2007);
  • Provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos (Decreto-Lei nº. 64/2006);
  • Outras formas de ingresso prevista na Lei (por exemplo: concurso especial para titulares de cursos superiores, cursos médios ou de um diploma de especialização tecnológica; titulares de matrícula e inscrição em estabelecimento e curso de ensino superior; missão diplomática portuguesa no estrangeiro; portugueses bolseiros no estrangeiro ou funcionários públicos em missão oficial no estrangeiro; oficiais das forças armadas portuguesas; bolseiros dos PALOP).
No caso dos cursos que não participam no Concurso Nacional de Acesso, as possibilidades de ingresso apresentadas são:
  • Concurso Local ou Concurso Institucional;
  • Mudança de instituição/curso (Portaria n.º 401/2007);
  • Provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos (Decreto-Lei n.º 64/2006);
  • Outras formas de ingresso previstas na Lei.
Este indicador é apresentado apenas para os cursos que tiveram alunos inscritos no 1.º ano, pela 1.ª vez, no ano letivo 2017/18.

Fonte: Dados reportados pelos estabelecimentos de ensino superior nos inquéritos RAIDES16 e RAIDES17.

Para mais informação sobre as diferentes formas de ingresso no Ensino Superior, consultar:

- Decreto-Lei n.º 296-A/98, de 25 de setembro (que fixa o regime de acesso e ingresso no ensino superior), republicado pelo Decreto-Lei n.º 90/2008 , de 30 de maio, retificado pela Declaração de Retificação n.º 32-C/2008, de 16 de junho incorporando as alterações introduzidas pelos seguintes Decretos-Lei: Decreto-Lei n.º 99/99, de 30 de março, Decreto-Lei n.º 26/2003, de 7 de fevereiro, Decreto-Lei n.º 76/2004, de 27 de março , Decreto-Lei n.º 158/2004, de 30 de junho, Decreto-Lei n.º 147-A/2006, de 31 de julho, Decreto-Lei n.º 40/2007, de 20 de fevereiro, Decreto-Lei n.º 45/2007, de 23 de fevereiro;

- Concursos especiais de acesso (Regulamento aprovado pelo Decreto-Lei n.º 393-B/99, de 2 de outubro, Portaria n.º 854-A/99, de 4 de outubro, alterada pela Portaria nº. 1081/2001, de 5 de setembro e decreto-lei n.º 88/2006, de 23 de maio);

- Decreto-Lei n.º 40/2007, de 20 de fevereiro (Acesso especial ao curso de Medicina);

- Decreto-Lei n.º 393-B/99, de 2 de outubro (regulamenta os concursos especiais de acesso e ingresso no ensino superior) Alterado pelos Decreto-Lei n.º 64/2006, de 21 de março e Decreto-Lei n.º 88/2006, de 23 de maio;

- Portaria n.º 854-A/99, de 4 de outubro que Aprova o Regulamento dos concursos especiais de acesso ao ensino superior, alterada pela Portaria nº. 1081/2001, de 5 de setembro e decreto-lei n.º 88/2006, de 23 de maio;

- Decreto-Lei n.º 64/2006, de 21 de março que regulamenta as provas especialmente adequadas destinadas a avaliar a capacidade para a frequência do ensino superior dos maiores de 23 anos.


2) Percentil médio de entrada no curso

Este indicador é apresentado apenas para os cursos de Licenciatura 1.º ciclo e de Mestrado Integrado que participam no Concurso Nacional de Acesso (CNA).

O gráfico mostra o percentil médio (em termos de notas nas provas de ingresso) a que pertencem os alunos que entraram pelo CNA em cada par estabelecimento/curso, quando comparados com todos os outros alunos que realizaram as mesmas provas de ingresso e entraram no Ensino Superior através do CNA. É apresentada uma série de seis anos, entre 2013 e 2018.

A principal vantagem do uso do indicador percentil, em comparação com as notas nas provas, é que não depende da variação anual da dificuldade dos exames e permite uma melhor comparação (embora não perfeita) entre cursos de áreas disciplinares distintas.

A nota de um aluno situa-se no percentil 80, por exemplo, se estiver no limiar de separação entre as 80% notas mais baixas e as 20% notas mais altas na prova.

Se o curso A tem um percentil médio de 70, então os alunos que entraram para o curso A pelo Concurso Nacional de Acesso obtiveram resultados nas provas de ingresso superiores (em média) a 70% dos candidatos que realizaram as mesmas provas e entraram no Ensino Superior pelo referido concurso, e inferiores (em média) a 30% dos candidatos nas mesmas condições.

O cálculo do percentil é feito da seguinte forma. Se um aluno realizou uma prova de ingresso X, calcula-se a sua posição relativa na lista ordenada dos alunos que realizaram a mesma prova e entraram no Ensino Superior pelo CNA. Isto permite atribuir um percentil ao aluno associado à prova X. Se, para entrar no curso A, o aluno utilizou os resultados de mais do que uma prova de ingresso, faz-se a média dos percentis associados ao aluno nas várias provas que contaram para o seu ingresso no curso A. Isto permite atribuir um percentil médio ao aluno enquanto inscrito no curso A. Finalmente, o percentil médio associado ao curso A é a média dos percentis associados a todos os alunos inscritos no curso que ingressaram pelo CNA desse ano.

Fonte: Dados do Concurso Nacional de Acesso 2013-2018.


3) Situação após 1 ano dos novos inscritos

Este indicador é apresentado apenas para os cursos que tiveram alunos inscritos no 1.º ano, pela 1.ª vez, no ano letivo 2016/17 (excluindo os alunos inscritos em programas de mobilidade internacional).

Neste apuramento consideraram-se todos os alunos inscritos no 1.º ano, pela 1.ª vez, em 2015/16 ou em 2016/17, em cada par estabelecimento/curso, e determinou-se a situação destes alunos um ano após a sua primeira inscrição.

Classificaram-se os alunos pelas respostas possíveis:
  • Permanecem inscritos no mesmo curso;
  • Encontram-se já diplomados no curso onde estavam inscritos;
  • Não estão inscritos nem diplomados no mesmo curso, mas encontram-se inscritos noutro curso do mesmo estabelecimento;
  • Não estão inscritos nem diplomados no mesmo curso, nem no mesmo estabelecimento, mas encontram-se inscritos noutro curso de outro estabelecimento;
  • Não se encontram inscritos em nenhum curso do Ensino Superior nacional.
Não foram incluídos os alunos registados em mobilidade internacional.

Fonte: Dados reportados pelos estabelecimentos de ensino superior nos inquéritos RAIDES15, RAIDES16 e RAIDES17.


4) Distribuição de classificações finais

Este gráfico mostra a distribuição e frequência das classificações finais quantitativas dos diplomados em cada curso nos anos letivos 2015/16 e 2016/17.

A informação é apresentada apenas quando o curso em causa teve alunos diplomados no ano letivo 2016/17.

Fonte: Dados reportados pelos estabelecimentos de ensino superior nos inquéritos RAIDES16 e RAIDES17.


5) Distribuição dos alunos inscritos por sexo

Mostra-se o número e percentagem de alunos do sexo feminino e do sexo masculino entre a totalidade dos alunos inscritos nos vários anos curriculares do curso no ano letivo 2017/18 (excetuando os alunos inscritos em estágio final, trabalho de projeto e dissertação). Inclui os alunos registados em programas de mobilidade internacional.

A distribuição apresentada na barra 'Média Nacional' refere-se ao agregado de todos os alunos em Portugal inscritos em cursos correspondentes ao mesmo nível de formação.

Fonte: Dados reportados pelos estabelecimentos de ensino superior no inquérito RAIDES17.


6) Distribuição dos alunos inscritos por nacionalidade

Mostra-se o número e percentagem de alunos de nacionalidade portuguesa e de nacionalidade estrangeira entre a totalidade dos alunos inscritos nos vários anos curriculares do curso no ano letivo 2017/18 (excetuando os alunos inscritos em estágio final, trabalho de projeto e dissertação). Inclui os alunos registados em programas de mobilidade internacional.

A distribuição apresentada na barra 'Média Nacional' refere-se ao agregado de todos os alunos em Portugal inscritos em cursos correspondentes ao mesmo nível de formação.

Fonte: Dados reportados pelos estabelecimentos de ensino superior no inquérito RAIDES17.


7) Distribuição por idades dos alunos inscritos no curso

Mostra-se a distribuição e frequência das idades, à data de 31-12-2017, dos alunos inscritos nos vários anos curriculares do curso no ano letivo 2017/18 (excetuando os alunos inscritos em estágio final, trabalho de projeto e dissertação). Inclui os alunos registados em programas de mobilidade internacional.

Fonte: Dados reportados pelos estabelecimentos de ensino superior no inquérito RAIDES17.


8) Percentagem de recém-diplomados do curso que estão registados no IEFP como desempregados

Este indicador é apresentado apenas para os cursos de Licenciatura 1.º ciclo e de Mestrado Integrado. Mostra-se a percentagem de recém-diplomados do curso que se encontram registados como desempregados no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP).

Esta percentagem é o rácio entre o número de recém-diplomados do curso que se encontram registados como desempregados no IEFP e o número total de recém-diplomados do curso. Por recém-diplomado, entende-se um estudante diplomado do curso no período de referência 2013/14 - 2016/17. O número de registos no IEFP considerado no referido rácio é a média entre os registos à data de 30-06-2018 e à data de 31-12-2018.

No caso dos estabelecimentos de ensino superior públicos tutelados exclusivamente pelo MCTES (com exceção da Universidade Aberta), as taxas de desemprego registado do curso, da área de educação e formação, e do agregado nacional, são calculadas pela Direção-Geral do Ensino Superior, tendo em conta os cursos precedentes.

Para os cursos dos restantes estabelecimentos de ensino superior, as taxas de desemprego registado são calculadas pela Direção-Geral de Estatísticas da Educação e Ciência.

Fonte: Dados de desemprego registado reportados pelo Instituto do Emprego e Formação Profissional. Dados de diplomados reportados pelos estabelecimentos de ensino superior através do inquérito RAIDES.


9) Número total de alunos inscritos no curso

Este indicador é apresentado apenas para os cursos de Técnico Superior Profissional e de Mestrado 2.º ciclo. Mostra-se o número de alunos inscritos nos vários anos curriculares do curso nos anos letivos mais recentes (excetuando os alunos inscritos em estágio final, trabalho de projeto e dissertação). Inclui os alunos registados em programas de mobilidade internacional.

Fonte: Dados reportados pelos estabelecimentos de ensino superior no inquérito RAIDES17.


INDICADORES ESTATÍSTICOS NACIONAIS

Os indicadores estatísticos apresentados no separador "Estatísticas Nacionais" são calculados pelos mesmos métodos, e utilizando dados das mesmas fontes, que os indicadores estatísticos dos cursos.

Para os indicadores 1, 5, 6, 7 e 9, os dados nacionais apresentados resultam da agregação por nível de formação e por subsistema de ensino dos dados de todos os cursos que tiveram alunos inscritos no ano letivo 2017/18.

Para o indicador 4, os dados nacionais apresentados resultam da agregação por nível de formação e por subsistema de ensino dos números de todos os cursos que tiveram alunos diplomados no ano letivo 2016/17.

Para o indicador 3, os dados nacionais apresentados resultam da agregação por nível de formação e por subsistema de ensino dos números de todos os cursos que tiveram alunos inscritos no 1.º ano, pela 1ª. vez, no ano letivo 2016/17 (excluindo os alunos inscritos em programas de mobilidade internacional).

Para o indicador 8, os dados nacionais apresentados resulta da agregação por subsistema de ensino dos números de desempregados e diplomados de todos os cursos de Licenciatura 1.º Ciclo e de Mestrado Integrado com registo válido a 31-12-2018.



DGEEC - junho de 2019.
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